A Agência Nacional de Vigilância Sanitária se reúne nesta quarta-feira (13) para decidir se libera ou não o uso da CoronaVac em crianças entre 3 e 6 anos. Até então, o imunizante do Instituto Butantan, em parceria com a chinesa Sinovac, tem liberação para uso a partir dos seis anos de idade.
Caso seja aprovada, a campanha de vacinação poderá avançar para uma nova faixa etária, visto que os imunizantes já autorizados são aceitos para maiores de 5 anos.
O pedido para uso do fármaco em maiores de três anos é de março deste ano. Mas a Anvisa pediu mais dados para analisar a segurança e eficácia do produto em menores. Na China, na Tailândia e outros países asiáticos, o imunizante já tem a liberação do uso no público pediátrico.
A reunião dos diretores da Anvisa está prevista para 14h30.
Em dezembro passado, a agência liberou a vacina pediátrica da Pfizer para maiores de 5 anos. Nos Estados Unidos, uma versão para bebês maiores de 6 meses foi autorizada, mas a companhia ainda não pediu a liberação da Anvisa para uso por aqui.
Já na última sexta-feira (8), a agência recebeu o pedido de registro definitivo da CoronaVac. Desde 17 de janeiro de 2021, o imunizante é aplicado com autorização provisória. Em setembro, por falta de interesse, o Butantan deixou de fabricar a vacina, que pode ganhar novo impulso com a aprovação do processo de registro definitivo.