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Cratera do metrô começa a ser fechada em SP, interdição na Marginal continua

Não há um prazo para a conclusão dos trabalhos de reconstrução das faixas engolidas pela cratera; obra no local fica paralisada por tempo indeterminado

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Novos desbarrancamentos ocorreram ao longo da terça-feira (01)  Foto: Reprodução/TV Band
Foto: Reprodução/TV Band

Equipes da concessionária responsável pelas obras da Linha 6-Laranja do Metrô começaram nesta quarta-feira (02) os trabalhos para fechar a cratera aberta na Marginal do Tietê, em São Paulo, durante um desabamento na manhã de terça-feira (01) nas obras da futura estação Santa Marina.

As pistas local e central entre as pontes do Piqueri e da Freguesia do Ó, na Zona Norte da capital paulista, no sentido da rodovia Ayrton Senna, continuam fechadas por causa do incidente e não há prazo para a liberação da via.

Caminhões da empresa Acciona, responsável pela construção, carregados de material rochoso e argamassa estão no local para tapar o enorme buraco.

Técnicos decidiram fechar a cratera para estabilizar a área para depois avaliar novas medidas que devem ser tomadas no local.

O acidente ocorreu quando uma tubulação de esgoto se rompeu, provocando o vazamento da água suja e abrindo um grande buraco no local. As causas ainda são apuradas, mas existe a possibilidade de que equipamento conhecido como tatuzão, responsável pela escavação do túnel da futura linha do Metrô, tenha atingido ou fragilizado a estrutura.

Novos desbarrancamentos ocorreram ao longo da terça-feira e será preciso recuperar a tubulação rompida para estabilizar o terreno e reconstruir as pistas da Marginal e o canteiro de obras.