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Israel liberta reféns em Gaza e Hamas afirma que ação deixou 67 mortos

Ação em Rafah, no sul do enclave Palestino, terminou com o retorno de dois argentinos/israelenses levados como reféns

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Ação em Rafah, no sul do enclave Palestino, terminou com o retorno de dois reféns
Ação em Rafah, no sul do enclave Palestino, terminou com o retorno de dois reféns
REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa
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O Governo de Israel libertou dois reféns argentinos/israelenses que tinham sido levados por terroristas em outubro de 2023. A ação em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, terminou com 67 pessoas mortas, segundo o Ministério da Saúde da Palestina, que é controlado pelo Hamas.

As Forças de Defesa de Israel informaram que os dois homens libertados têm dupla nacionalidade e já estão em segurança. Fernando Simon Marman, de 60 anos, e Louis Har, de 70, foram resgatados e levados ao Centro Médico Sheba.

Durante a ação das forças israelenses, alvos foram atacados no sul do enclave Palestino. A cidade de Rafah concentra boa parte dos 2,5 milhões de palestinos que se deslocaram desde o início da guerra há quatro meses. 

O Hamas criticou a operação e disse que 63 pessoas morreram. Alvos foram atacados pelos israelenses durante a ação, que se desenvolveu na madrugada do horário local.

Em declaração à rede americana ABC, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirma que quer derrotar o Hamas no seu último reduto e que Israel garantirá aos civis uma passagem segura para que possam partir.

A ação acontece após o premiê negar um acordo de trégua negociado pelos Estados Unidos, Catar e Egito.

Nas últimas semanas, têm crescido a pressão contra Netanyahu para a libertação dos reféns. São mais de 100 pessoas que seguem sequestradas e o paradeiro é desconhecido. Estimativas informais dão conta de que 1/3 dos reféns morreu durante bombardeios ou não resistiu aos ferimentos provocados pela guerra.

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