A aparição de águas-vivas em Copacabana é comum especialmente em períodos mais quentes do ano, de acordo com o Instituto Estadual do Ambiente. Pelo segundo dia consecutivo, banhistas encontraram dezenas de águas-vivas na praia da Zona Sul do Rio, entre os postos 5 e 6. Segundo o Inea, a única influência da maré é trazer os animais para o litoral.
Para a médica Helena Barros, que já está acostumada a nadar no mar, a aparição não impediu o mergulho.
Já o auxiliar de barraca de praia Francisco Romário conta que a quantidade de águas-vivas afastou alguns banhistas do mar.
O oceanógrafo David Zee explica que é preciso ter cuidado com os tentáculos desses animais, porque neles existem algumas substâncias tóxicas que, quando liberadas, causam a sensação de queimadura.
Nesses casos, o especialista sugere a aplicação de vinagre em um primeiro momento, e, também, a procura por um pronto-socorro para um tratamento especializado.
Por causa da possibilidade de queimaduras, a recomendação do Inea é de que os banhistas evitem contato com as águas-vivas.