Memória Cultural

O Brasil valoriza a sua memória?

Giordano Pienegonda, João Pedro Adania, Henrique Junqueira e Maria Paula Andrade 15/09/2021 • 09:55 - Atualizado em 15/09/2021 • 09:56
Na reportagem, os alunos de jornalismo da FAAP procuram saber se o Brasil valoriza a sua memória
Na reportagem, os alunos de jornalismo da FAAP procuram saber se o Brasil valoriza a sua memória
Giordano Pienegonda

No último dia 31, em meio à pandemia do Covid-19, o Museu da Língua Portuguesa foi reaberto após seis anos de restauração. Em 2015, um incêndio destruiu parte do edifício que abriga o museu, diante deste cenário, o acervo, que estava em backup, não foi comprometido.

Um dia antes da reabertura do Museu, outra instituição, a Cinemateca Brasileira pegou fogo. Cem caixas do acervo de Glauber Rocha, fitas das produções dos alunos da ECA - USP (Escola de Comunicação e Artes) e do jornalista Goulart de Andrade viraram cinzas.

Os últimos anos não foram bons para os acervos históricos e culturais do Brasil. Por isso, nesta reportagem, os alunos de jornalismo da FAAP Giordano Pienegonda, João Pedro Adania, Henrique Junqueira e Maria Paula Andrade questionam: o Brasil valoriza a sua memória? Em buscas de uma resposta, eles ouviram o filósofo Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da educação e presidente da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciênciao); o ex-secretário adjunto da cultura de São Paulo, Luís Sobral; Camila Aderaldo, coordenadora do centro de referências do Museu da Língua Portuguesa; o ex-funcionário da Cinemateca Leandro Pardi e José Roberto Sadek, representante da Amigos da Cinemateca.

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