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Ídolo do Grêmio, Adilson Batista analisa final da Copa do Brasil contra o Palmeiras

Da Redação, com Rádio Bandeirantes 28/02/2021 • 12:25 - Atualizado em 28/02/2021 • 12:31
Adilson Batista conquistou o Brasileirão e a Libertadores pelo Grêmio
Adilson Batista conquistou o Brasileirão e a Libertadores pelo Grêmio
Folhapress

O técnico Adilson Batista, ídolo do Grêmio campeão da Libertadores e Brasileiro de 1995 e 96, respectivamente, analisou o duelo deste domingo, 28, entre Grêmio e Palmeiras, pela Copa do Brasil.

Em conversa com Milton Neves, no Domingo Esportivo Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes, o ex-zagueiro projetou o confronto entre os times comandados por Renato Gaúcho e Abel Ferreira.

“Jogo difícil. Igual. Uma decisão sempre é mais tensa. O Grêmio tem um grande trabalho do Renato Gaúcho. O Abel Ferreira, quando iniciou, não tinha esse acumulo de jogos e estava jogando um futebol vistoso. Vejo um jogo muito igual”, afirmou Adilson.  

Recuperado de um infarto que sofreu em janeiro de 2021, quando teve que passar por dois cateterismos em um hospital de Curitiba, Adilson Batista falou sobre o que sentiu.

“Eu saí de casa às 6 horas 30 minutos. Tomei café e comi pão com mortadela na padaria. Achei que era refluxo. Liguei para o médico e ele mandou ir na hora. Eu tive o infarto no caminho. Uma dor muito forte na altura do peito. Graça a Deus o pessoal me ajudou. Vida nova agora”, contou o treinador que está desempregado e que alerta que ainda está em busca de um novo desafio.  

“Não encerrou a carreira. Vou correr mais do que o (Jorge) Sampaoli e suar mais do que o Guto (Ferreira) e o Argel (Fucks)”, completou o técnico que treinou o Cruzeiro no início de 2020.

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