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"Loirinha do PCC" é executada após trocar a facção pelo Comando Vermelho

Os investigadores conseguiram prender o criminoso que confessou ter matado Karina

Felipe Garraffa

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Karina Regiane de Assis Mauricio, conhecida como a "Loirinha do Tráfico" ou “Loirinha do PCC”, foi morta com 13 tiros no interior de Rondônia. 

No final do ano passado, ela divulgou um vídeo nas redes sociais em que ela afirmou ter saído do PCC e que iria começar uma nova fase na facção rival, o Comando Vermelho, em 2024. 

A Polícia investiga se a publicação desse vídeo foi o motivo pela morte da “Loirinha do Tráfico”, o que pode ter irritado uma das duas facções. Os investigadores conseguiram prender o criminoso que confessou ter matado Karina. 

Conhecido como “Chucky”, ele afirmou aos investigadores que pertence ao Comando Vermelho e viajou até Porto Velho, em Rondônia, com a missão de matar a traficante. Ele foi preso em uma comunidade com drogas e uma pistola automática. 

Mulheres presentes nas facções

É cada vez mais comum mulheres jovens entrarem no crime. Wanda del Valle Bermúdez, de 27 anos, por exemplo, se tornou - segundo a Polícia -, líder de uma das mais importantes facções da Venezuela. A “Bebecita do Crime”, como é conhecida, não tinha medo de aparecer e era um sucesso nas redes sociais. 

Bebecita mandava matar e fazia a distribuição de armas como fuzis e pistolas, além de gerenciar o tráfico humano em países como Colômbia e Peru. Nas redes sociais, Bebecita aparecia com cabelo loiro, enquanto nas fotos divulgadas pela polícia colombiana, estava preto e mais curto. Ela foi presa.

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