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'Zóio de Gato' é preso 12 anos após matar homem por causa de relógio

Italiano Tommasso Lotto, que tinha 26 anos, morreu após ser abordado pelo criminoso em São Paulo

Carla Ramill

'Zóio de Gato' é preso 12 anos após matar homem por causa de relógio
Reprodução/Brasil Urgente

A Polícia Civil de São Paulo esclareceu após 12 anos, o latrocínio que vitimou o italiano Tommasso Lotto, morto aos 26 anos em 2012 por causa de um relógio. Equipes cumpriram um mandado de prisão preventiva contra José Alessandro de Almeida Rodrigues, conhecido como ‘Zóio de Gato'. 

O criminoso é apontado como o responsável pelo disparo que causou a morte da vítima durante um assalto ocorrido no Jardim Paulista, na Zona Oeste de São Paulo. Outros três envolvidos no crime foram identificados e são procurados: Paulo Pinheiro da Silva, o ‘Baia’, de 54 anos; Ismael Oliveira Munhoz, vulgo ‘Pateco’, de 43; e Alexandre dos Santos Ezique, o ‘Madona’, de 49 anos. 

Os quatro fazem parte de uma quadrilha especializada em roubos e furtos de relógios Rolex e tinham as funções bem definidas: Paulo era o chefe da organização e quem escolhia as vítimas em bares e restaurantes de alto padrão para depois segui-las com a ajuda de Alexandre, que era o motorista da quadrilha. 

No dia do crime, Ismael abordou a vítima com uma arma de fogo em um semáforo. Tomasso estava em um carro com um amigo, o advogado espanhol José Ruiz-Gallardon Utrerea, filho de Alberto Ruiz-Gallardon Jiménez, que na época era Ministro da Justiça da Espanha. Sem entender o que estava acontecendo, Tomasso desembarcou do carro e acabou baleado por José Alessandro, o ‘Zói de Gato’. 

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