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Cirurgias eletivas são suspensas nos hospitais municipais de São Paulo

Da Redação, com BandNews FM 05/03/2021 • 06:37
Cirurgias eletivas são suspensas nos hospitais municipais de São Paulo
Cirurgias eletivas são suspensas nos hospitais municipais de São Paulo
Jafar Ahmed/Unsplash

As cirurgias eletivas são suspensas nos hospitais municipais de São Paulo por causa do agravamento da pandemia do coronavírus. As informações são da reportagem da BandNews FM

Os procedimentos que já estavam marcados serão realizados, mas novos agendamentos não serão mais feitos a partir de hoje.

As operações de emergências vão continuar normalmente, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde.

A taxa de ocupação de UTIs nos hospitais municipais e contratados pela Prefeitura é de 77%. A Covid-19 já fez mais de 20 mil vítimas na capital paulista.

Segue a nota da Prefeitura de São Paulo:

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informa que, por questão de segurança e devido ao aumento de casos de Covid-19 na capital, a partir desta sexta-feira (5), novos agendamentos para cirurgias eletivas serão suspensos nos hospitais municipais da capital. As cirurgias que estavam marcadas até esta data serão realizadas. As cirurgias de emergência serão realizadas normalmente. Os Hospitais Dia continuarão realizando os agendamentos e as cirurgias sem interrupção.

Por conta do aumento significativo de casos da Covid-19, a SMS ampliou nos últimos três dias mais 170 leitos de UTI e 258 leitos de enfermaria exclusivos ao acolhimento e tratamento de pacientes diagnosticados com a Covid-19 no município. Caso seja necessário, outros leitos serão ampliados na cidade São Paulo. 

Esses leitos foram instalados nos seguintes hospitais municipais: Moyses Deutsch (M'Boi Mirim), 90 de UTI e 130 de enfermaria, no Carmino Caricchio, 10 leitos de UTI e 20 de enfermaria, no Gilson de Cassia Marques de Carvalho, 10 leitos de UTI e 8 de enfermaria, e no HM Tide Setubal, 26 de UTI. No Hospital Cantareira, 100 leitos de enfermaria, e no hospital da Brasilândia, 34 leitos de enfermaria foram transformados em UTI.

Desde o início da pandemia, a gestão municipal atuou de maneira emergencial e efetiva na ampliação de leitos. Antes da Covid-19, a cidade contava com 507 leitos de UTI e, no auge da pandemia, alcançou 1.340 leitos. 

Atualmente, a cidade dispõe de 26 hospitais municipais, sendo oito deles entregues à população durante a pandemia: Brigadeiro, Brasilândia, Bela Vista, Capela do Socorro, Guarapiranga, Sorocabana, Parelheiros e Santo Amaro. Já no Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch (M'Boi Mirim), uma unidade anexa foi construída e 100 leitos foram incorporados à operação do hospital e permanecerão após o fim da pandemia para uso dos moradores da região.

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