Se o presidente Lula não quis colocar na Articulação Política um nome do Centrão, como se chegou a dar quase como certo, agora, depois da escolha da petista Gleisi Hoffman, a expectativa é que se busque um equilíbrio na possibilidade de escolha de um nome, este agora do Centrão, para o cargo de líder do governo na Câmara.
E aí um nome considerado ou já esperado mesmo, é o de Isnaldo Bulhões, do MDB, o mais citado. Seria uma opção prudente, em vez de manter ali outro petista, vamos ver. Há uma expectativa crescente também sobre como será o comportamento de Gleisi Hoffmann, na articulação, ou no difícil trabalho pelo apoio parlamentar ao governo.
E tendo no horizonte as alianças para a eleição de 2026. Há muitas dúvidas aí sobre como ela se dará na nova missão. Mas é bastante lógico que não se conceba que, nessa condição, o estilo e as atitudes da nova ministra sejam os mesmos da presidente do PT, inclusive em seus embates com o ministro Haddad. Aí não, né?