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Doria afirma que Bolsonaro ‘induziu a população à morte’ ao deixar de defender o isolamento social

João Doria afirmou que Jair Bolsonaro “induziu a população à morte” ao deixar de defender o isolamento social. Para o governador de São Paulo, ao contrário disso, o presidente negou a gravidade da pandemia e estimulou aglomerações.

Da Redação, com Rádio Bandeirantes 11/08/2020 • 12:16 - Atualizado em 11/08/2020 • 12:20
Doria afirma que Bolsonaro ‘induziu a população à morte’ ao deixar de defender o isolamento social
Doria afirma que Bolsonaro ‘induziu a população à morte’ ao deixar de defender o isolamento social
Governo do Estado de São Paulo

João Doria afirmou que Jair Bolsonaro “induziu a população à morte” ao deixar de defender o isolamento social. Para o governador de São Paulo, ao contrário disso, o presidente negou a gravidade da pandemia e estimulou aglomerações.

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Em entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, no Jornal Gente, o tucano classificou a posição de Bolsonaro como “vergonhosa”. “Que líder é esse? Que Brasil tem um líder que ao invés de conduzir a sua população à vida conduz e acaba induzindo a população à sua própria morte, e ainda fala ‘vida que segue’. Não é vida que segue, são vidas que importam. É vergonha a posição do presidente Jair Bolsonaro diante desta pandemia”, disse o governador.

Ainda segundo João Doria, o Brasil estaria com “mais de 500 mil mortos” não tivesse havido quarentena nos Estados. “Se não fossem os 27 governadores promovendo as quarentenas, hoje nós estaríamos com mais de 500 mil mortes. Este é um número projetado pelos algoritmos dos cientistas”, afirmou Doria.

De acordo com o governador de São Paulo, a perda de receita do Estado com a pandemia deve chegar a R$ 10,2 bilhões. Um grupo de secretários criado por Doria trabalha num plano de recuperação econômica que será apresentado em outubro.

Assista a entrevista na íntegra