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Vacinas podem ser reformuladas por causa da variante ômicron

Novas versões das vacinas podem ficar prontas em cerca de 3 meses, de acordo com laboratórios

Da Redação, com Jornal da Band 29/11/2021 • 22:27 - Atualizado em 01/12/2021 • 09:04

Com o aparecimento da variante ômicron, os cientistas têm perguntas para responder: as vacinas existentes são eficazes contra a nova cepa? Se não forem, em quanto tempo vão se tornar eficazes? Eles já começaram a fazer testes.  

A primeira conclusão é que a ômicron tem mais do que o dobro de mutações do que a variante delta. Mas ainda é cedo para saber se isso representa uma ameaça maior.

Outra conclusão é que, caso as vacinas atuais não combatam a ômicron, em dois a três meses seria possível fabricar versões com doses atualizadas. O diretor médico da Moderna disse que uma vacina nova em folha pode estar disponível em grandes quantidades no início de 2022.

A Pfizer afirmou que é possível distribuir doses adaptadas em 100 dias. A Sinovac - que fabrica a Coronavac - e a Astrazeneca também garantiram que, se for necessária, a mudança pode ser feita de forma rápida.

Nesta segunda-feira (29), o presidente americano Joe Biden disse que não há motivo para pânico e que é necessário trabalhar com ciência e não com o caos.  

Biden afirmou que a melhor defesa contra a nova variante é a vacina e que o governo americano está preparado para ajudar os laboratórios na produção de doses extras.