Band Rio

Assalto ao Village Mall: Polícia identifica segundo ladrão

Luan Felipe Costa Ferreira, de 31 anos, fez uma mulher refém e atirou contra vitrines. Ninguém foi preso ainda.

Felipe de Moura* 04/07/2022 • 19:14
A Polícia identificou o segundo criminoso que participou do assalto à um shopping na Barra
A Polícia identificou o segundo criminoso que participou do assalto à um shopping na Barra
Reprodução

A Polícia identificou o segundo criminoso que participou do assalto à uma joalheria no Village Mall, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no dia 25 de junho. Luan Felipe Costa Ferreira, de 31 anos, aparece nas câmeras de segurança, vestido de preto, de óculos e armado com uma pistola. As imagens flagraram o criminoso atirando contra vitrines para pegar joias e relógios que estavam trancados.

Na filmagem, é possível observar que ele é um dos mais agressivos com os funcionários. Ele ainda faz uma mulher de refém. Assim como outro comparsa já identificado, Rodolfo Nascimento Silva, conhecido como "Mão" ou "Mãozinha", de 29 anos, também é paraense e está foragido da Justiça do Pará. Contra ele, existe um mandado de prisão por extorsão mediante sequestro, expedido no dia 9 de março de 2022.

O Disque Denúncia (2253-1177) oferece R$ 50 mil por informações que levem à prisão dos envolvidos no assalto e do autor do disparo que matou o vigilante. Ninguém foi preso ainda.

RELEMBRE O CASO

O assalto a uma joalheria do segundo andar do Village Mall, shopping de luxo na Barra da Tijuca, aconteceu por volta das 18 horas do último dia 25. Cerca de 12 criminosos estiveram envolvidos na ação. Um homem que fazia a segurança do shopping morreu com um tiro no rosto.

Os bandidos se dividiram em dois grupos e enquanto parte deles entrou na joalheria, outra ficou do lado de fora do shopping esperando.

Jorge Luiz Antunes, segurança terceirizado do shopping, foi baleado pelos criminosos durante o assalto e não resistiu aos ferimentos. Familiares contam que o segurança não tinha curso para exercer a profissão, mas aceitou o serviço porque estava desempregado. Jorge trabalhava há um ano e meio no shopping.

"Eu vi a vulnerabilidade que era trabalhar ali, não tendo uma qualificação, não sendo apto a um porte de arma em um estabelecimento onde há várias lojas de departamento, joalherias. Mas, a situação em que a gente vive no nosso país, ele via necessidade de estar ali, até por estar desempregado. Por uma necessidade, ele estava em um plantão que não era o dele", afirmou Cristiano Silva Medeiros, cunhado de Jorge.

*Estagiário sob supervisão de Natashi Franco