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Caso Gustavo Salles: Dupla acusada pelo crime é condenada a 12 de prisão

Atirador foi condenando a 12 anos e 06 meses, e o piloto da moto usada na ação a 12 anos, ambos em regime fechado

Redação Band Vale 17/09/2021 • 06:29 - Atualizado em 17/09/2021 • 10:20
Acusados pela morte de Gustavo são condenados em 12 anos
Acusados pela morte de Gustavo são condenados em 12 anos
Arquivo Pessoal

A dupla acusada pela execução do jovem Gustavo Salles, morto em abril de 2020 no bairro Jardim Santana em Tremembé foi condenada a 12 de prisão. As informações são de Rauston Naves, do Vale Urgente.

O júri popular que durou 10 horas, aconteceu na última quinta-feira (16) na Câmara Municipal de Tremembé, os jurados votaram pela condenação dos acusados. O atirador foi condenando a 12 anos e 06 meses, e o piloto da moto usada na ação a 12 anos, ambos em regime fechado.

O CASO

Salles foi morto a poucos metros da própria casa e após deixar o trabalho. A vítima teria sido confundida com o real alvo da dupla. Gustavo foi atingido por quatro disparos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

DEFESA

A defesa de um dos réus vai tentar recorrer da decisão.

"Já interpusemos recurso no Tribunal de Justiça por não concordar com a pena aplicada al réu, tendo em vista que a prolatação das provas que haviam nos autos foi contrário à tudo que foi exposto no plenário", disse o advogado Isaac Rotband.

ACUSAÇÃO

Familiares e amigos de Salles, se revezaram durante todo o dia em uma vigília em frente ao tribunal, Luci Salles, mãe da vítima comemorou o resultado.

"Nada traz meu filho de volta, mas fico com meu coração paz, porque a justiça foi feita. Que neste recluso Eles [réus], possam se arrepender e refletir, para que não façam mais nenhuma família sofrer. Eles têm o meu perdão", disse.

"Finalmente, depois de um ano, cinco meses e quinze dias do assassinato do Gustavo, a justiça foi feita. Eu sei que não é possível trazer para Luci a vida de seu filho de volta, mas eu espero que a condenação dos culpados pela morte do Gustavo sirva para diminuir a dor e o sentimento de injustiça que ela sofre desde abril de 2020.", disse a Promotora Sandra Montanheiro.

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