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"Primeira vez que recebo amor sem ter feito nada", diz Payet sobre Vasco

Meio-campista conta sobre saída conturbada do cenário europeu e revela surpresa com carinho vascaíno em chegada ao Brasil

Da redação

Payet em coletiva de imprensa apresentado ao Vasco da Gama
Payet em coletiva de imprensa apresentado ao Vasco da Gama
Foto: Daniel RAMALHO/VASCO
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O meio-campista francês Dimitri Payet (36) revelou em entrevista exclusiva ao canal TeleFoot, da França, sobre momentos cruciais ao deixar o futebol europeu e o clube do coração, o Olympique Marselha, para um futebol e país alternativo: o Brasil, vestindo a camisa do Vasco!

Quando ouvi Vasco da Gama... Brasil, terra do futebol, me pareceu a escolha ideal. - disse Payet

A mudança para o Vasco da Gama foi antecedida por momentos de reflexão, na qual o craque francês compartilhou detalhes e conversas até mesmo com a esposa antes de definir nova rota no mundo da bola. 

Segundo o próprio jogador, o diálogo com a cônjuge ajudou a não desistir de jogar futebol e acabar aposentado após saída inesperada do Marselha ao não ter o contrato renovado por decisão da diretoria. 

Hoje, seis meses mais tarde, o francês pode dizer ter encontrando um novo clube e amor para representar nas quatro linhas:

Era disso que eu precisava. Depois da minha saída da OM, não sei se conseguiria me curar... O amor que recebi aqui rapidamente me deu um certo alívio. Um conforto para o coração - revelou Payet, destacando a conexão imediata com o Vasco da Gama.
Esta é a primeira vez que recebo amor sem ter feito nada para consegui-lo! afirmou Payet, referindo-se à paixão da torcida vascaína.

Três meses após sua chegada, Payet soma quinze jogos, dois gols e uma assistência. 

Entretanto, dentro de campo, as atuações demonstram certa adaptação ao novo clube, cidade e país, mas acima de tudo, que a decisão de se aventurar no futebol brasileiro já proporcionou um cenário totalmente diferente e apaixonante para todos envolvidos da história.

"Digo a mim mesmo que o garotinho nascido na Ilha da Reunião, há 36 anos, se tivéssemos contado a ele o que fez na carreira, em Marselha e depois jogando no Brasil… eu não sei se as pessoas não me considerariam uma pessoa louca! - finalizou o craque francês

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