Fernando Mitre

Mitre: prioridades e soluções dos problemas definem uma eleição

Por Fernando Mitre

Fernando Mitre

Começou a carreira em Minas Gerais, onde passou por vários jornais, como “Correio de Minas” e “Diário de Minas”. Em São Paulo, integrou a equipe que criou o Jornal da Tarde, de o “Estado de S Paulo”. Dez anos depois, virou diretor de redação, posto que ocupou mais tarde, em duas outras oportunidades. Depois, assumiu a direção nacional de Jornalismo da Rede Bandeirantes, cargo que ocupa até hoje. Nesse período, produziu mais de 30 debates eleitorais, entre eles o primeiro presidencial da história do país na TV, em 89. É comentarista político no Jornal da Noite e entrevistador do programa político Canal Livre. Entre os diversos prêmios que recebeu, estão o Grande Prêmio da APCA, o Grande Prêmio do Clube de Criação de SP e três prêmios Comunique-se de “melhor diretor do ano”, valendo o título de “Mestre em Jornalismo”.

As pesquisas começam a mostrar - São Paulo sempre chamando mais a atenção - a relação e a eficiência dos principais padrinhos políticos na performance de seus candidatos. O que vai, também, deixando mais claro, não só a polarização que se mantém, como a estrada que, agora, se abre para a disputa nacional de 2026. 

Mas as próprias pesquisas - algumas delas, pelo menos - mostram também outros aspectos que serão decisivos nas eleições. E que estão no conhecimento que os candidatos têm - ou não - dos problemas municipais. 

Isso fortalece a opinião de que a vida nas cidades, as prioridades dos programas, as soluções dos problemas, que nunca foram tão grandes e desafiadores. É aí que está o ponto que, de fato, mais interessa. 

Que define eleição. Sempre lembrando que, na última eleição municipal - explicável em parte pela pandemia - o déficit de conteúdo, como a cobertura da Band mostrou insistentemente, foi absurdamente grande. 

Uma dívida que ficou da última campanha.

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