Economia

Petrobras confirma 4º presidente em 2 anos no governo Bolsonaro; saiba quem são

Conselho aprovou Caio Paes de Andrade para presidir a estatal após indicação do presidente Jair Bolsonaro (PL)

Cleber Souza 27/06/2022 • 14:13 - Atualizado em 27/06/2022 • 18:10
Caio Paes de Andrade é eleito presidente da Petrobras
Caio Paes de Andrade é eleito presidente da Petrobras
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com Caio Paes de Andrade aprovado nesta segunda-feira (27) pelo Conselho de Administração da Petrobras, a estatal confirma o seu quarto presidente durante o mandato do governo de Jair Bolsonaro (PL). O ex-secretário de Desburocratização do Ministério da Economia foi avaliado e deve tomar posse ainda nesta tarde.  

O primeiro a assumir o comando da estatal durante o governo do presidente da República o foi o economista Roberto Castello Branco, indicado logo após as eleições de 2018. Castello Branco foi nomeado para o cargo em janeiro de 2019 e demitido em fevereiro do ano passado por Bolsonaro, que alegou estar insatisfeito com os reajustes nos preços de combustíveis durante a gestão do economista.

Vídeo: Juliana Rosa explica como o mercado financeiro avalia a chegada de Caio Paes de Andrade à Petrobras

O nome indicado para substituir Castello Branco foi o general Joaquim Silva e Luna. O militar tomou posse do cargo em abril de 2021 e permaneceu no posto até março deste ano. O general permaneceu 343 dias no cargo.

Ele foi demitido em abril deste ano por seguir a lógica de mercado para definição dos preços. Após a saída de Silva e Luna, o governo chegou a indicar os nomes do economista Adriano Pires e do empresário Rodolfo Landim para assumir o comando da estatal, no entanto, ambos informaram que não poderiam assumir os postos.

Já José Mauro Coelho foi o último a presidir a Petrobras. Coelho foi nomeado pelo governo Bolsonaro no início de abril, mas pediu demissão menos de dois meses depois, após a estatal anunciar um novo reajuste nos preços dos combustíveis.  

Na galeria abaixo, relembre os presidentes da Petrobras durante o governo Bolsonaro.