Fórmula 1

Günther Steiner e Haas trocam acusações e processos após demissão

Ex-dirigente cobra comissões da equipe, que alega que livro de italiano usa imagens sem permissão

Da redação

Günther Steiner foi demitido do cargo de chefe de equipe da Haas em janeiro. Desde então, o ex-dirigente e a escuderia norte-americana têm se estranhado e protagonizado desavenças.

No final de abril, Steiner entrou com um processo alegando não ter recebido pagamentos de comissões entre 2021 e 2023. Segundo o processo registrado no estado norte-americano da Carolina do Norte, o ex-chefe de equipe alega que a Haas continua a usar referências a sua imagem em “materiais promocionais e merchandising”.

“Depois de anos aceitando os benefícios da reputação, da experiência e das profundas conexões do senhor Steiner com o esporte, a Haas F1 não pode vetar o senhor Steiner dos benefícios que ele conquistou”, afirma o texto da ação.

Gene Haas e companhia contra-atacaram e também entraram com um processo contra Günther Steiner. Desta vez, sobre alegadas violações de marca no livro Surviving to Drive, escrito pelo dirigente. Segundo a ação movida pela Haas Automation, a publicação e a editora Ten Speed Press agiram de má-fé ao publicarem imagens no livro.

“Sem a permissão ou o consentimento da Haas Automation, Steiner escreveu, divulgou, promoveu, vendeu e lucrou com uma publicação de nome Surviving to Drive, que usou e exibiu, e continua a usar e exibir, marcas registradas da Haas Automation para ganho financeiro pessoal e lucro ilícito de Steiner”, registra o documento.

Dispensado pela Haas no começo de 2024, Günther Steiner deu lugar a Ayao Komatsu como chefe de equipe. Desde então, o italiano tem trabalhado como comentarista de TV e colunista do site oficial da F1, além de ter sido embaixador do GP de Miami.

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