Fórmula 1

Interesse pela F1 no Brasil aumentou mesmo sem piloto fixo no grid desde 2017

Segundo dados do Google Trends, o maior pico de buscas pela Fórmula 1 no país foi em julho de 2022

Da redação

O interesse do brasileiro pela Fórmula 1 aumentou nos últimos três anos, mesmo sem o país ter um piloto fixo no grid da maior categoria do automobilismo mundial há sete.

Segundo aponta o Google Trends, que registra dados de pesquisas na internet brasileira desde 2004, o maior pico de buscas pela F1 no Brasil desde então aconteceu em julho de 2022. O mês que mais se aproximou do topo foi novembro de 2021, quando Max Verstappen e Lewis Hamilton brigavam ponto a ponto pelo título mundial.

Ainda segundo a plataforma do Google, o maior interesse pela F1 é registrado em Santa Catarina. Paraná, São Paulo, Goiás e Espírito Santo aparecem em seguida, nesta ordem.

O crescimento no interesse pela F1 pode ser visto de 2021 em diante – confira na imagem abaixo ou acesse o gráfico do Google Trends. Os números são positivos para a categoria, apesar de o torneio não ter um piloto brasileiro como titular de uma equipe desde 2017, quando Felipe Massa fez sua última corrida na Fórmula 1.

Sete anos depois da saída de Massa e da ausência de um brasileiro fixo no grid, Felipe Drugovich parece ser o candidato mais próximo a assumir um posto na categoria em breve.

O paranaense segue como piloto reserva e de testes da Aston Martin para a temporada 2024. No ano passado, ele chegou a participar de alguns treinos livres ao longo das etapas.

O crescimento pelo interesse na F1 em solo brasileiro acompanha uma tendência mundial e pode ser explicado pela série Drive to Survive (em tradução literal ‘Dirigir para Sobreviver’), que foi lançada em março de 2019. A produção audiovisual alavancou ainda mais a categoria.

O aumento nas buscas pela categoria no Brasil também começou justamente quando o Grupo Bandeirantes passou a exibir a F1 no país, na temporada 2021.

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