Fórmula 1

Sergio Mauricio lamenta morte de Wilsinho Fittipaldi: 'Devemos reverenciá-lo'

Para narrador, ex-piloto e ex-dirigente foi "um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro"

Da redação

Sergio Mauricio, narrador de Fórmula 1 no Grupo Bandeirantes de Comunicação, lamentou a morte de Wilsinho Fittipaldi, descrito por ele como “um dos grandes ícones do automobilismo brasileiro”.

Wilsinho morreu na manhã desta sexta-feira (23), aos 80 anos. Ele havia sido internado em dezembro após se engasgar durante uma refeição com a família.

“Infelizmente, a gente perde um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro. Não só como piloto, mas um cara empreendedor”, afirmou Sergio Maurício em entrevista à Band News TV, lembrando o trabalho de Wilsinho na Fórmula 1 como piloto e como chefe da equipe Fittipaldi.

Wilsinho correu na F1 pela Brabham em 1972 e 1973. Insatisfeito, deixou o time para fundar a própria equipe, a Fittipaldi, conhecida como Copersucar em decorrência da principal patrocinadora. Voltou ao grid em 1975, mas cedeu o posto ao irmão Emerson Fittipaldi em 1976 para se concentrar apenas nos bastidores.

“Infelizmente, lá (na Fórmula 1) ele não pode mostrar o talento dele (como piloto)”, afirmou Serginho. “Eu aprendi a amar o esporte por causa desses dois caras: Wilson Fittipaldi, o Tigrão, o Emerson Fittipaldi, o Rato.”

Para o narrador, a vida de Wilsinho deve ser reverenciada pelos fãs de automobilismo, especialmente diante do legado deixado para o esporte nacional.

“Todos nós que gostamos de automobilismo e que temos o Wilsinho como referência estávamos sofrendo com isso. Mas eu trago esse depoimento exatamente no momento em que devemos reverenciá-lo”, afirmou. Acho que o nosso momento é de reverenciar, é de lembrar as coisas maravilhosas que o Wilsinho fez em toda sua carreira. Uma pessoa sempre muito bem humorada, muito divertida.”

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