Jornal da Band

Dilemas financeiros podem causar fobias à riqueza, pobreza e até a investimentos

Quando os medos se tornam obsessivos, pode ser necessária a ajuda de um terapeuta, mas sem se esquecer do planejamento na vida financeira, com ou sem fobia

Da redação

Quando o assunto é vida financeira, você tem medo do quê? O controle exagerado dos gastos pode despertar algumas ansiedades. Devido a isso, quando a coisa fica grave, o problema ganha até nome: crometofobia.

Crometofobia pode se resumir ao medo extremo de gastar dinheiro, tanto que a pessoa sempre checa o saldo no banco.

“O problema é o fato de ser fobia, ou seja, de trazer uma ansiedade muito grande, transtornando a vida da pessoa. Não afeta só a vida financeira. Afeta toda a vida da pessoa, porque é o medo, na verdade, de gastar dinheiro. Então, a pessoa acaba fazendo controle exagerados. Ela fica obsessiva para não gastar. Esse é o problema”, avaliou o especialista Fábio Gallo. 

A lista de fobias envolvendo este tema é grande. Tem gente que tem até medo de ficar rico. Trata-se da plutofobia.

A atiquifobia é o medo do fracasso, o que faz a pessoa se negar a fazer financiamentos longos. Peniafobia é medo de ficar pobre. Tem também a agorafobia, o medo do risco do investimento financeiro.

Quando os medos se tornam obsessivos, pode ser necessária a ajuda de um terapeuta. Mesmo assim, com ou sem fobia, o ideal é administrar as finanças com planejamento.

“Todo mundo tem medo. Todo mundo tem receio de entrar numa dívida de longo prazo. O problema é você ficar com tal fobia, com o nível tal que te inibe de praticar aquilo”, continuou Gallo.

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