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OAB exige justiça, agilidade e punição para caso de Advogado morto no Centro

O profissional defendia empresas de diferentes ramos e também atuava em processos relacionados a investimentos em criptomoedas

Por Pedro Dobal

Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, foi alvo de pelo menos 10 tiros na segunda-feira (26)
Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, foi alvo de pelo menos 10 tiros na segunda-feira (26)
Reprodução/Redes Sociais

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e a OAB-RJ cobram agilidade nas investigações e "punição exemplar" dos responsáveis pelo assassinato de um advogado no Centro do Rio.  

Rodrigo Marinho Crespo, de 42 anos, foi alvo de pelo menos 10 tiros na segunda-feira (26), na Avenida Marechal Câmara, em frente ao prédio onde trabalhava e a poucos metros da sede da OAB no Rio.

Na manhã desta terça (27), a namorada e a sogra de Rodrigo, além de outros familiares, foram até o Instituto Médico Legal, no Centro, para liberar o corpo do advogado. Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital também estiveram no local para acompanhar o exame de necropsia.

O presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira, lamentou a morte do advogado e pediu uma investigação rápida e efetiva.  

Formado na PUC-Rio em 2005 e com pós-graduação na Fundação Getúlio Vargas, Rodrigo era sócio-fundador de um escritório de advocacia que fica a poucos metros de onde ocorreu o crime. Ele tinha experiência em Direito Civil Empresarial, com ênfase em Contratos e Direito Processual Civil. 

O profissional defendia empresas de diferentes ramos e também atuava em processos relacionados a investimentos em criptomoedas.

Ele era membro do Instituto dos Advogados Brasileiros desde 2011, onde fazia parte da Comissão de Direito Processual Civil. O IAB informou que recebeu a notícia com pesar, prestou solidariedade à família e pediu às autoridades a rápida apuração do crime.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil expressou solidariedade aos amigos, colegas e familiares e afirmou que vai acompanhar de perto o desenvolvimento do caso.

Já o Sindicato dos Advogados do Estado do Rio disse que o crime revolta e preocupa toda a classe e exigiu uma investigação célere. 

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