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Obra de prédio na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, é interditada

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, a pista lateral da via chegou a ser interditada no sentido Candelária, na altura da Rua Carmo Neto

Por Gustavo Sleman Jeane Moraes (sob supervisão)

Obra de prédio na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, é interditada
Obra de prédio na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, é interditada
Reprodução/Redes Sociais

A obra de um prédio na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, foi interditada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico após vistoria da Defesa Civil constatar irregularidades e risco de desabamento no local.

De acordo com a pasta, a fiscalização vai permanecer em andamento para que os responsáveis cumpram a determinação de correção da obra e o afastamento dos riscos.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, a pista lateral da via chegou a ser interditada no sentido Candelária, na altura da Rua Carmo Neto.  

Imagens enviadas por ouvintes da BandNews FM que passavam pelo local mostraram que a construção está com diversas vigas e outras estruturas tortas. No terreno está sendo construída uma loja maçônica.

O motorista de ônibus, André Luís viu o momento em que equipes da Guarda Municipal atuavam na interdição da via. Ele se assustou com a situação da construção.

"Aparentemente, o segundo e o terceiro andar dessa obra começou a ceder. As vigas de sustentação estão todas tortas, parece que está cedendo e estão com medo daquilo tombar para a avenida Presidente Vargas".

O possível desabamento da construção põe em risco diversos outros imóveis do entorno, como o prédio da Cedae e o Instituto de Atenção à Saúde São Francisco de Assis, que integra o Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio. O prédio universitário foi tombado pelo pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1983.

Nos últimos anos, antes do avanço das intervenções, o terreno chamava a atenção por causa da formação de uma espécie de piscinão devido ao acúmulo de água no local.

A reportagem tenta contato com os responsáveis pela obra.

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