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Força-tarefa fecha cassino em Pinheiros e acaba com festa no Morumbi em São Paulo

Segundo informações da Polícia, o objetivo das ações é coibir festas e aglomerações em tempos de pandemia

Da Redação, com 1º Jornal 15/04/2021 • 04:54 - Atualizado em 15/04/2021 • 05:55

A operação da Polícia Civil, Vigilância Sanitária, Procon para coibir festas e aglomerações durante a pandemia fechou um cassino em Pinheiros, na zona oeste e acabou com uma festa no Morumbi, na zona sul de São Paulo. As informações são da Karina Cordeiro, Matheus Pastori, Igor Calian e Mark Figueredo no 1º Jornal


Cassino clandestino

Durante a madrugada desta sexta-feira (15) a ação fechou cassino clandestino no Alto de Pinheiros, na Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 197. Havia cerca de 50 pessoas no local. 

Um dos frequentadores que estava presente também no dia em que o jogador de futebol Gabigol foi flagrado, em outro cassino.

Ele seria responsável por promover eventos similares. A Vigilância Sanitária atuou na operação. Foram apreendidos um livro-caixa e dinheiro. O caso deve ser encaminhado ao DPPC.

Festa em mansão 

A festa acontecia durante a noite desta última quarta-feira (14) em uma mansão na Rua Tia Carpina, altura do número 109, no bairro Cidade Jardim, na região do Morumbi. No local estavam ao menos 50 pessoas.

Segundo o Garra/Dope, uma denúncia foi feita à força-tarefa que fiscaliza o cumprimento das medidas sanitárias da Fase Vermelha do Plano São Paulo de contenção do novo coronavírus. 

Ao chegar ao local, os policiais e os agentes da Vigilância Sanitária encontraram dezenas de pessoas dentro de uma casa de alto padrão. A maioria era de jovens e não fazia uso de máscara. 

Diversos carros de luxo, que pertenciam aos frequentadores, estavam estacionados em frente ao endereço. 

O proprietário da casa foi encontrado no local e, questionado, alegou que a festa se trata de uma reunião familiar, o que não convenceu as autoridades. 

A Vigilância Sanitária autuou o dono da mansão por aglomeração e descumprimento de medidas sanitárias. 

Após a dispersão das pessoas aglomeradas, o proprietário e outras duas pessoas, a bordo de um carro próprio, foram escoltados por viaturas do Garra à delegacia, onde devem ser ouvidos e liberados.  O caso foi registrado no Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC).

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