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Quem é Pedrinho, advogado de Robinho que foi sequestrado na maternidade

Caso envolvendo um dos advogados de Robinho aconteceu em 1986 e foi bastante midiático

Da redação

Quem é Pedrinho, advogado de Robinho que foi sequestrado na maternidade
Conheça Pedro Junior Rosalino Braule Pinto, o Pedrinho, advogado de Robinho
Reprodução/Instagram (@pedro_rosalino)

Um dos advogados do escritório em Brasília que representa o ex-jogador Robinho é Pedro Junior Rosalino Braule Pinto, que ficou conhecido como Pedrinho após ser sequestrado horas depois do nascimento, ainda na década de 1980.

Robinho está preso depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir que o ex-jogador deve cumprir, em solo brasileiro, a pena de 9 anos por estupro coletivo na Itália. Ele foi julgado em três instâncias na Europa.

Quem é Pedrinho

  • O sequestro de Pedrinho aconteceu horas depois do nascimento da criança, em 21 de janeiro de 1986, numa maternidade privada em Brasília.
  • O episódio foi bastante divulgado pela imprensa à época, e os pais biológicos do agora advogado, Jayro Tapajós e Maria Auxiliadora Rosalina Braule Pinto, nunca desistiram de procurar o filho.
  • Fotos do bebê foram publicadas em diversos sites de pessoas desaparecidas, cerca de uma década depois do ocorrido.
  • Depois de várias pistas falsas, em 2002 Vilma Martins foi reconhecida como a sequestradora da criança. Ela havia registrado o bebê como o seu filho, e deu o nome de Osvaldo Martins Borges Júnior, em Goiânia.
  • O crime só foi desvendado porque Gabriela Azeredo Borges, neta do marido de Vilma, começou a desconfiar que Osvaldo poderia ser a criança do caso de 1986. Ela viu a foto do menino nos sites de pessoas desaparecidas e começou uma investigação.
  • Gabriela encontrou uma foto do pai biológico de Pedrinho no site Missing Kids e ligou para o SOS Criança de Brasília, pois achou que Osvaldo poderia ser a criança sequestrada.
  • A polícia, então, retomou as investigações e a suspeita de Gabriela foi comprovada depois de um exame de DNA. Vilma sustentou a versão de que a crianaça havia sido entregue ao marido – já falecido – por um gari em Brasília.

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